17/01/2011

Cada vez que olhava para a janela, sentia a brisa, o ar fresco, uma mistura de odores e cores. Nos dias de chuva, a janela ficava toda molhada, como se os passarinhos estivessem a chorar. Nos dias de nevoeiro, não conseguia olhar para o horizonte. Apenas via o vazio. Quando se fazia nevar, as ruas ficavam brancas e lembravam mesmo o Natal. A janela é uma porta de ideias, de sonhos, de visões. É como um portal encantado, um misto de odores com paisagens e pessoas todas juntas.

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