09/02/2011
As lágrimas que deixei caídas no chão, evaporaram-se. Agora apenas sigo o meu caminho em frente, deixando as memórias para trás. Quero começar um novo caminho, construindo fortes muralhas para me proteger. Juntei todas as pedras da calçada por onde caminhei com os pés todos sujos e cheios de sangue para construir um grande forte para que só eu possa entrar lá e refugiar-me na solidão. As memórias de que falei, estão mais apagadas que nunca e já não mais me atormentam a cabeça. Agora, sentada no vazio, planeando a construção do forte, não me sai a tua imagem da cabeça. Foi a única memória que deixei por apagar.
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